ESCRITOS DO GABRIEL

(Tentar que nossas palavras sejam, através de nós ou, quiçá, apesar de nós.
Meus textos, meus rascunhos com erros... )



"Então, um dia comecei a escrever, sem saber que estava me escravizando para o resto da vida a um senhor nobre, mas impiedoso. Quando Deus nos dá um dom, também dá um chicote – e esse chicote se destina exclusivamente à nossa autoflagelação."

Introdução do livro Música para Camaleões, de Truman Capote.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Minha poesia

Escrevo fora das margens.

Aqui,
apenas conto.

Como espelhos que não mentem
suas verdades equivocadas.

Um único fósforo para a noite toda.
Meus dentes encravados no silêncio.
Flores de papel.

Eis aqui toda minha poesia.

5 comentários:

Maria Rodrigues disse...

Gabriel,

Escrever fora das margens é, certamente, a única saída para a verdadeira poesia.
Lindo e sincero poema!!!

abs. maria

P.s.- Ultimamente tenho me dedicado mais à prosa. Textos que, por razões de foro íntimo, evito publicar no blog. De qualquer maneira, saiba que sempre dou uma olhada em seus belos escritos.

Anônimo disse...

Um único fósforo que incendeia a poesia toda!
A faísca da palavra que ilumina o silêncio.
Abraços.

Í.ta** disse...

escrevo fora das margens.

achei ótimo isto!

e layout novo. gostei muito!

grande abraço, gabriel!

Daniela Delias disse...

Gabriel,

Que bonito o teu blog! Cheguei aqui seguindo a trilha da Nydia e do teu comentário acerca do irresistível poema de Hilda Hilst postado por lá...são belos os teus poemas! Sigo-te por aqui!

Abraços!

Gabriel Gómez disse...

Obrigado Maria... Eu também continuo lendo teus belos poemas. Estamos presentes até na ausência!

Escrevo realmente fora Ítalo, o que conto por aqui, é aquilo que consigo e a escrita permite... Grande abraço!

Daniela: Eu também faço muito isso... A trilha é sabia e nos conduz sem querer onde queremos... Seja Bem-vinda... Vou dar uma olhadinha nos teus... Obrigado por seguir meus escritos! Apareça sempre...
Outro grande!

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